acima de tudo, o Amor. Sempre o Amor...

Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos,

se não tiver amor, sou como um bronze que soa

ou um címbalo que retine.

Ainda que eu tenha o dom da profecia

e conheça todos os mistérios e toda a ciência,

ainda que eu tenha tão grande fé que transporte montanhas,

se não tiver amor, nada sou.

Ainda que eu distribua todos os meus bens

e entregue o meu corpo para ser queimado,

se não tiver amor, de nada me aproveita.

O amor é paciente,

o amor é prestável,

não é invejoso,

não é arrogante nem orgulhoso,

nada faz de inconveniente,

não procura o seu próprio interesse,

não se irrita nem guarda ressentimento.

Não se alegra com a injustiça,

mas rejubila com a verdade.

Tudo desculpa, tudo crê,

tudo espera, tudo suporta.

O amor jamais passará.

As profecias terão o seu fim,

o dom das línguas terminará

e a ciência vai ser inútil.

Pois o nosso conhecimento é imperfeito

e também imperfeita é a nossa profecia.

Mas, quando vier o que é perfeito,

o que é imperfeito desaparecerá.

Quando eu era criança,

falava como criança,

pensava como criança,

raciocinava como criança.

Mas, quando me tornei homem,

deixei o que era próprio de criança.

Agora, vemos como num espelho,

de maneira confusa;

depois, veremos face a face.

Agora, conheço de modo imperfeito;

depois, conhecerei como sou conhecido.

Agora permanecem estas três coisas:

a fé, a esperança e o amor;

mas a maior de todas é o Amor.


Saulo de Tarso, também conhecido como S. Paulo
foto de uns cupcakes feitos cá por casa :)

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