É sempre a mesma sensação. sempre

Daqui a umas horitas vou estar a fazer algo que gosto mesmo. genuinamente. gosto de partilhar conhecimento, de contribuir para que as pessoas, e particularmente as crianças possam saber mais um pormenor sobre algo, ganhar um novo olhar sobre um objecto ou um edifício... serão eles os curadores do nosso património no futuro. Se não o sentirem como seu, todo o processo será mais ... artificial (no mínimo)
Então, porque é que duvido sempre sempre de mim? Acho que não vou ser capaz, que não devia ter aceite dispor, gratuitamente, do meu tempo para falar sobre algo, sobre o meu trabalho (que encaro como mais do que uma mera ocupação e meio de provisão de um ordenado ao final do mês, tantas vezes como que uma missão)

Acho que podem passar os anos que passarem, que, para mim, independentemente do público serem crianças ou catedráticos, portugueses ou austríacos, a minha auto-estima nunca me vai deixar, simplesmente, usufruir do momento* ... sem ses nem mas
Cabecinha complicada a minha ... muito


* however, dizem que engano bem, o que me vai safando (e fazendo alguns duvidar que esta dúvida sobre mim própria e as minhas capacidades seja genuína... quem me dera que fosse só representação barata!)

Comentários

  1. Ora então que a cabeça descomplique e usufrui do momento!

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